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    <title>Conheça mais sobre o Mundo das Cordas</title>
    <link>http://www.morphzguitars.com/Morphz_Guitars/Reviews/Reviews.html</link>
    <description>Nada se compara a um bom valvulado, concorda? Mas qual? Pois bem, se ainda está em dúvida sobre qual amplificador comprar, qual pedal combina melhor com seu estilo de som ou se compra uma Les Paul ou uma Paul Reed Smith, esse é o local que busca. Aqui teremos reviews periódicos com o melhor que o mercado pode oferecer, tudo para ajudar VOCÊ a gastar seu suado dinheiro da melhor maneira possível.</description>
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      <title>Ibanez GB 30th - 30 Anos de “Casamento”</title>
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      <pubDate>Wed, 26 Aug 2009 19:34:11 -0300</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.morphzguitars.com/Morphz_Guitars/Reviews/Entradas/2009/8/26_Ibanez_GB_30th_-_30_Anos_de_Parceria_files/IMG_3684.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.morphzguitars.com/Morphz_Guitars/Reviews/Media/object038_1.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:183px; height:137px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;O que vocês acham que pode acontecer quando um casamento chega ao marco dos 30 anos ? Comemora-se “Bodas de Pérola” ? Não quando se trata da união entre um dos maiores músicos de Jazz moderno e uma das mais tradicionais fabricantes de guitarras do Japão. Ainda não sabe de quem estou falando ? Pois bem, estou falando de nada mais, nada menos que o grande George Benson e sua parceria com a Ibanez, uma das mais tradicionais e consagrada fabricante de guitarras do Japão. E desse “casamento”, eu acho que o mais correto seria comemorar “Bodas de Ouro”.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Essa guitarra de aniversário é uma versão limitadíssima de apenas 30 peças no mundo inteiro. Acho que já entenderam né ? 30 anos de aniversário ... 30 peças pro mundo ... é, parece que a Ibanez estudou bastante marketing ultimamente. Sua construção em pouco difere da já tradicional GB10, guitarra criada por George Benson a 30 anos atras, ou seja, ela possui as laterais e o fundo em maple e o tampo em spruce, o braço é construído em 3 peças de maple e a escala em ébano, a captação é a já famosa “GB Special” e é fixada de forma suspensa na guitarra, onde o captador da ponte é preso no escudo e o do braço é preso no, bom vejamos, braço. Além disso ela possui um corpo menor, atendendo os anseios dos jazzistas modernos, que procuravam um instrumento mais confortável e que proporcionasse menos feedback (efeito de microfonia quando o som sai do instrumento e volta a ser captado, criando um loop de som e com isso aquele ruído agudo insuportável).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Então o que esse instrumento pode ter de tão especial, vocês devem estar se perguntando. Pois bem, sem contar o fato da exclusividade, esse instrumento funde o modelo clássico criado por um jazzista americano (George Benson) com a antiga arte japonesa de acabamento em ouro, chamada Garahaku, chegando a esse resultado inusitado e espetacular.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Ela é toda acabada em folhas de ouro 24k, o chamado “Gold Leaf” e feito esse trabalho por cima que dá a sensação de oxidação ou o visual de “folhas no outono”. E pra ajudar na sensação, essa guitarra não possui o tradicional verniz grosso por cima do acabamento que nivela e deixa tudo liso, muito pelo contrário, você sente as texturas com a mão e chega até a conseguir entender isso apenas por fotos. Os flocos de ouro das folhas são facilmente vistos, uma efeito realmente surpreendente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Além disso ela conta com marcações diferenciadas das outras guitarras assinaturas do George Benson e também uma marcação especial no final da escala com a incrustação de “30th Anniversary”. E claro, como toda edição comemorativa, que vem com certificado e mais alguns extras, essa guitarra não poderia ser diferente. A guitarra vem em um case de transporte especial e conta com uma correia do George Benson, bem como cinco palhetas assinadas.&lt;br/&gt;    Porém no caso desse instrumento a Ibanez foi um pouco além do convencional e criou pela primeira vez uma Certificação realmente diferenciada. Para a confecção do certificado, CADA instrumento é fotografado individualmente nas mãos do próprio George Benson, ou seja, você recebe um certificado com a foto do George Benson segurando exatamento o instrumento que você comprou e junto ainda vem as fotos originais autografadas que foram usadas para a criação do Certificado. Bem legal, não é ?  Isso é o que eu chamo de exclusividade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para curtir essas e mais fotos em alta qualidade, não deixe de visitar minhas &lt;br/&gt;“&lt;a href=&quot;../Fotos.html&quot;&gt;Fotos Selecionadas&lt;/a&gt;” ou meu “&lt;a href=&quot;../Albuns/Paginas/Outras.html&quot;&gt;Álbum de Fotos&lt;/a&gt;” para ter acesso a uma variedade ainda maior.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Aqui um video do próprio George Benson falando um pouco dessa história dele com a Ibanez e do lançamento dessa edição de 30 anos de aniversário.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description>
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      <title>Telecasters Ameaça Tripla - Parte 3</title>
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      <pubDate>Thu, 13 Aug 2009 18:04:31 -0300</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.morphzguitars.com/Morphz_Guitars/Reviews/Entradas/2009/8/13_Telecasters_Ameaca_Tripla_-_Parte_3_files/IMG_3542.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.morphzguitars.com/Morphz_Guitars/Reviews/Media/object039_1.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:183px; height:137px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;Eis que a tão aguardada Parte Final desse especial chegou.  Até agora vimos uma Telecaster preparada para o heavy metal, mas que ainda consegue entregar boas doses de country pesado e posteriormente vimos uma Telecaster completamente modificada pela Fender Custom Shop para atender aos mais exigentes músicos da estrada. Duas belas máquinas de timbres, de excelente qualidade e acabamento.&lt;br/&gt;    Vocês devem estar perguntando então o que essa guitarra com esse acabamento todo ralado tem de especial para ficar com a parte final e mais especial desse review. Devo alertá-los que essa não é mais uma Telecaster comum, mas sim uma das maiores obras de arte que podem sair do departamento da Custom Shop da Fender. Apresento-lhes ...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Telecaster 1957 Heavy Relic Ltd Edition - MasterBuilt by Yuriy Shishkov&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Esqueçam tudo o que sabem sobre construção de instrumentos, linha americana, telecasters assinatura de famosos e até Custom Shop. Essa é uma guitarra especial, um caso a parte e um instrumento realmente único no quesito detalhamento, construção, acabamento e por que não ... carinho. Isso primeiro porque ela é um instrumento limitadíssimo e segundo porque ela é construída integralmente, e quando falo em integralmente quero dizer do início ao fim, desde a escolha das madeiras até o trabalho de envelhecimento, tudo feito por apenas UMA pessoa, ou melhor, pelo Senior Master Builder da Fender, Yuriy Shishkov.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    A Fender atualmente possui oito desses consagrados Master Builders, onde cada um coordena uma equipe para criar a linha “normal” de guitarras do departamento Custom Shop. Porém de tempos em tempos esses luthiers criam sozinhos linhas que a empresa chama de Master Built, ou seja, onde absolutamente tudo é feito apenas por um desses luthiers, e essa guitarra é um desses casos. Pensando nela também como uma edição limitada podemos concluir o quanto de dedicação esse instrumento recebeu para ficar pronto.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Yuriy Shishkov é originário de Gomel, na antiga União Soviética e começou fazendo guitarras para amigos. Em 1990 ele chegou nos Estados Unidos, entrou para o time da Washburn Custom Shop e começou a trabalhar com vários artistas consagrados da música, como Dimebag Darrel (Pantera), Nuno Bettencourt (Extreme), Jennifer Batten (Michael Jackson) Robin Zander (Cheap Trick) e Jimmy Page (Led Zeppelin), entre outros. Conseguindo uma grande reputação no meio, Yuriy foi chamado para se juntar a equipe da Fender e em 2000 passou a integrar a consagrada equipe de Master Builders da empresa.&lt;br/&gt;    Ele foi responsável pela Russian Stratocaster, uma das stratos mais belas que eu já vi. Também fez dentro da linha Master Built alguns instrumentos exclusivos e limitados e aqui destaco a Stratocaster Master Salute, Jeff Beck Esquire, Master Design 50’s Twited Tele, a famosa “Blackie” do Eric Clapton, atualmente trabalhou na Telecaster Andy Summers Tribute e a lista continua. Vocês podem conhecer mais sobre o trabalho desse artista no link dedicado a ele &lt;a href=&quot;http://www.shishkovguitars.ru/&quot;&gt;http://www.shishkovguitars.ru&lt;/a&gt;/&lt;br/&gt;    Mas chega de falar do criador e vamos direto para a criatura.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Essa Telecaster 1957 Heavy Relic Limited Edition é mais um desses consagrados instrumentos desse artista. A guitarra recebeu um acabamento denominado Heavy Relic, onde são reproduzidos várias marcas ao longo do instrumento para dar um aspecto de envelhecido, com se fosse realmente uma guitarra de 1957, usada e abusada constantemente no decorrer dos anos. Essa trabalho acaba por ajudar o instrumento no “amaciamento”,  pois quando a pegamos fica a clara impressão de que ela realmente é uma guitarra antiga, bem confortável e fácil de nos familiarizarmos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    É uma telecaster tradicional, com corpo em ash, pintura translúcida em duas tonalidade de sunburst, braço e escala em uma peça única de maple, escala de 7.25” de raio (como nas originais da época), captadores Nocaster ’51 e várias outras marcações que remetem realmente a um instrumento da década de 50. Mas pense nisso tudo e eleve a décima potência de qualidade ... agora sim estamos falando de algo próximo ao que esse instrumento realmente é.&lt;br/&gt;    Essa guitarra transpira música e é toda construída pensando apenas em duas coisas ... timbre e no músico em si. Aquele som clássico de telecaster, bem estalado, com cara de country de velhos discos está lá, sempre presente. Outro ponto positivo é a tocabilidade, parece um instrumento que estamos acostumados a usar por muito tempo, credito isso a bom trabalho de envelhecimento feito no braço. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Dá pra sentir realmente a diferença desse tipo de instrumento para os de linha normal. O acabamento é primoroso, se é que podemos dizer isso em meio a tantas batidas e raladas, a madeira é super leve e ressonante, a guitarra desplugada chega a soar como um violão, o perfil do braço é muito gostoso, fácil de tocar e macio, o trabalho de acabamento e polimento dos trastes é um ponto acima de tudo o que já vi no mercado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Vendo por fotos acredito que seja muito difícil imaginar que esse é um instrumento novo e para quem tocar é mais difícil ainda tamanha a maciez e conforto do instrumento. Realmente uma obra-prima vinda diretamente das mãos desse “artista” da Fender.&lt;br/&gt;    Como sempre recomendo a visitação a minha seção de &lt;a href=&quot;../Fotos.html&quot;&gt;Fotos Selecionadas&lt;/a&gt; para ver essas imagens e alta qualidade e também nao deixem de conferir outras imagens no meu &lt;a href=&quot;../Albuns/Paginas/Fender.html&quot;&gt;Álbum de Fotos&lt;/a&gt;, aqui mesmo, nesse site.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description>
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      <title>Telecasters Ameaça Tripla - Parte 2</title>
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      <pubDate>Wed, 12 Aug 2009 01:24:44 -0300</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.morphzguitars.com/Morphz_Guitars/Reviews/Entradas/2009/8/12_Telecasters_Ameaca_Tripla_-_Parte_2_files/IMG_3534.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.morphzguitars.com/Morphz_Guitars/Reviews/Media/object040_1.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:183px; height:137px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;Espero que todos tenham visto e gostado da primeira parte desse especial, onde figurava a especial Telecaster John 5 Signature, uma obra da Fender Custom Shop. Pois bem, dando continuidade agora vou falar um pouco dessa que eu considero uma Telecaster com atributos modernos, visando mais ao músico em si do que qualquer outra coisa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Mais uma vez .... vamos ao que importa e chega dessa baboseira de introdução.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Telecaster Pro Model - Closet Classic&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Esse foi um grande achado pra mim, um modelo bem diferente do que o mercado está acostumado a oferecer aqui no Brasil e também bem raro no mundo, já que foi lançado como Special Edition nos Estados Unidos.&lt;br/&gt;    A primeira vista pode parecer uma Telecaster comum, mas posso afirmar que ela é uma guitarra bem diferente do convencional, com bastantes aprimoramentos que a Fender diz vir colhendo ao longo dos anos.&lt;br/&gt;    O corpo dela é com um ash super selecionado, proporcionando uma guitarra extremamente leve (e aqui devo abrir parênteses para dizer que ela talvez uma das teles mais leves que já peguei em mãos), fora isso tem um braço em uma só peça só, ou seja, braço e escala em maple. Ela possui um acabamento que a Fender chama de “Closet Classic”, ou seja, um visual um pouco envelhecido, como se a guitarra tivesse sido comprada a umas três ou quatro décadas atras, usada moderadamente em casa em algumas ocasiões e guardada no case até os dias atuais. Na prática ela possui um visual mais opaco e com alguns pequenos craquelados na pintura, como se fosse realmente uma guitarra de uns 30 anos de idade ou mais. Até ai tudo normal, uma tele com cara e som de tele, parece razoável.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Porém essa é uma tele da linha Team Built (equipe de um luthier) feita pela divisão da Custom Shop da Fender com um propósito ... reunir em um só instrumentos as mais populares modificações que os artistas e guerreiros do dia-a-dia (como a Fender gosta de chamar seus usuários mais assíduos) fazem em seus instrumentos. Essa guitarra sem sobra de dúvida é um instrumento para ser tocado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    As modificações principais começam em um captador Samarium Cobalt Noiseless na ponte e um Twisted Tele no braço, proporcionando assim sons sem o ruído característico dos singles, mas ainda assim com o timbre clássico que fez essa guitarra famosa. &lt;br/&gt;    Fora isso ela vem com uma chave de 4 posições, permitindo assim, além das 3 posições clássicas de uma Telecaster, ter também a opção de utilizar o captador da ponte e do braço em série, ou seja, como um humbucker, dando mais saída e ganho ao instrumento, ao invés de apenas a posição do meio onde ambos são ligados em paralelo. Ainda na parte elétrica, ela vem equipada com o sistema Grease Bucket de tonalidade, ou seja, você corta os agudos nos potenciômetros de tonalidade sem adicionar graves, como é usual com esses circuitos.&lt;br/&gt;    Na parte de tocabilidade ela também vem recheada de surpresas e a melhor delas é o raio da escala, mais uma vez ajustado em 12” possibilitando uma ação de cordas mais baixa para privilegiar também a velocidade. Esse tipo de raio de braço é encontrado na Telecaster John 5, como já visto anteriormente, e também na Stratocaster Signature do Eric Johnson, bem popular no meio das guitarras assinaturas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Mais algumas pequenas alterações, como ponte em aço inox e saddles balanceados dão o toque final no quesito tocabilidade e estabilidade do instrumento. Outro ponto interessante que merece destaque é o heel contornado para melhor acesso a todo o braço da guitarra. Para quem não sabe, heel é aquela parte onde o braço se encaixa com o corpo do instrumento. Esse tipo de modificação é encontrado na Stratocaster Jeff Beck, bem como em algumas stratocasters da linha American Deluxe.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Aliás, da mesma forma como uma Fender Custom Classic (ou American Classic) é o equivalente Custom Shop de uma American Standard USA (ou American Series), essa linha Pro Model seria o equivalente da Custom Shop para a linha American Deluxe da Fender americana.&lt;br/&gt;    Resumindo ... mais um excelente instrumento que proporciona não só os timbres clássicos de uma Telecaster, como vai além dando uma maior versatilidade ao instrumento, com mais opções de som e fidelidade desse, somando isso com a excelente tocabilidade e estabilidade do instrumento, seu visual clássico e sua pegada macia e temos a telecaster definitiva para o músico exigente. Sem dúvidas reunir as mais famosas modificações em um instrumento foi definitivamente um toque de mestre da Fender.&lt;br/&gt;    E aguardem a terceira parte desse especial, onde vou falar da mais especial das três, a Telecaster 57 Heavy Relic, feita integralmente pelo Senior Luthier da Fender, Yuriy Shishkov, responsável, dentre outras maravilhas, pela Twisted Tele 50’s Master Design e a Telecaster Andy Summers Tribute.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Por enquanto, para ver essas e mais fotos em alta qualidade, por favor clique &lt;a href=&quot;../Fotos.html&quot;&gt;AQUI&lt;/a&gt; ou vá para a seção “&lt;a href=&quot;../Fotos.html&quot;&gt;Fotos&lt;/a&gt;” do site. E como de costume, para uma maior variedade, acesse meu “&lt;a href=&quot;../Albuns/Albuns.html&quot;&gt;Álbum de Fotos&lt;/a&gt;”.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;... Aguardem o final dessa série&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description>
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      <title>Telecasters Ameaça Tripla - Parte 1</title>
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      <pubDate>Wed, 12 Aug 2009 01:16:27 -0300</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.morphzguitars.com/Morphz_Guitars/Reviews/Entradas/2009/8/12_Telecasters_Ameaca_Tripla_-_Parte_1_files/IMG_3538.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.morphzguitars.com/Morphz_Guitars/Reviews/Media/object041_1.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:183px; height:137px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;Dessa vez vou postar algo como um “Primeiras Impressões” dando uma passada geral por cima dessas três novas feras do meu arsenal. São três Custom Shop da Fender com um pouco de som para cada estilo, desde uma tele mais tradicional como a 57 Heavy Relic Master Built até uma pouco convencional, como a John 5 Signature. Dividirei esse “review” em três partes para dar a atenção merecida a cada instrumento.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Mas chega de conversa e vamos ao que interessa ... guitarras !&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Telecaster John 5 Signature&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Vamos começar esse especial com essa “wicked” telecaster. Essa é uma guitarra pouco convencional, logo de cara ela remete a Telecaster Custom, com corpo de ash selecionado e binding nos dois lados, o braço é em maple com escala em rosewood, até ai sem novidades, mas o tradicionalismo para por aqui.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;     A escala da guitarra tem raio de 12”, ou seja, um raio mais plano que permite uma ação mais baixa das cordas e uma tocabilidade mais rápida. Ela vem equipado com uma captação um pouco mais agressiva, voltada mais ao rock, isso graças a um Seymour Duncan Hot Rails instalado na ponte, em  conjunto com um Twisted Tele no braço dão o recado para tocar qualquer estilo de música mais pesado. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A ponte Bigsby pode parecer charme, mas é muito útil em uma telecaster que tradicionalmente tem as cordas que atravessam o corpo, quando se precisa de uma leve modulação essa ponte resolve com maestria e as tarrachas Schaller com trava dão conta de manter a guitarra sempre estável e afinada.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Outro ponto bem interessante nessa guitarra é que a parte posterior do headstock é “nivelada” quase na mesma altura do começo do braço para possibilitar bends por trás do nut, ato muito comum entre os guitarristas de country. Outro fator que ajuda nesse caso é o formato do headstock, com 3 tarrachas de cada lado, o que deixa as cordas um pouco mais espaçadas e mais confortáveis para a execução dessa técnica.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Por fim alguns aspectos cosméticos como escudo cromado, os bindings já citados no corpo e o perfeito acabamento em preto brilhante deixam essa guitarra como um ar único, muito versátil e confortável de se tocar. Ponto para esse brilhante guitarrista que começou no country e hoje toca com famosos músicos da cena de heavy metal.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Curta essas e outras fotos em alta qualidade na seção “&lt;a href=&quot;../Fotos.html&quot;&gt;Fotos&lt;/a&gt;” do site ou vá para o “&lt;a href=&quot;../Albuns/Albuns.html&quot;&gt;Álbum de Fotos&lt;/a&gt;” para uma variedade ainda maior.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Aguardem a Parte 2 ...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description>
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      <title>Gibson Les Paul Dark Fire -  Quando Tradição e Tecnologia se Encontram</title>
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      <pubDate>Wed, 12 Aug 2009 01:05:17 -0300</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.morphzguitars.com/Morphz_Guitars/Reviews/Entradas/2009/8/12_Gibson_Les_Paul_Dark_Fire_-_Quando_Tradicao_e_Tecnologia_se_Encontram_files/IMG_2149.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.morphzguitars.com/Morphz_Guitars/Reviews/Media/object042.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:183px; height:137px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;Você já imaginou ter ao mesmo tempo uma guitarra tradicional unida a alta tecnologia ? Pois bem, a Gibson pensou ... e estão apostando nesse encontro trazendo ao mercado a novíssima Gibson Les Paul Dark Fire.&lt;br/&gt;    A Dark Fire é a segunda investida da Gibson na onda das guitarras “mecatrônicas”, ou seja, com sistema de afinação automático porém de forma mecânica, que teve início com a Gibson Robot First Edition, porém essa é a primeira vez que ela embarca tanta tecnologia em um só produto, pois além da auto-afinação, essa guitarra conta com sistema de ajuste de timbre, denominado Chameleon Tone, onde por presets você tem vários tipos de som (mais informação adiante) e ainda tem um EQ Paramétrico e uma ponte Piezo para sons acústicos ... ufa !&lt;br/&gt;    Tudo isso é controlado por um knob que a Gibson chamou de “Master Controle Knob” ou MCK. Esse knob é um push pull, que quando na posição retraída funciona como o tone normal do captador da ponte, porém quando puxado ele ativa todo o sistema robótico da guitarra.&lt;br/&gt;    Muito tem se discutido sobre essa guitarra e eu inclusive entrei em um debate onde uma pessoa alegava que a Dark Fire era atrasada e já ultrapassada, pois tudo o que ela faz, segundo ele, a Line Variax ou a Fender Stratocaster VG fazia também e melhor. Pois bem, o que eu posso afirmar é que uma guitarra não tem completamente nada relacionado a outra. &lt;br/&gt;    Digo isso pq a Variax ou a Strato VG utilizam programação para “MODELAR” o som através de pós processamento digital, ou seja, como o sistema da Roland e suas pedaleiras VG, tudo feito por MIDI, o som desplugado sempre será igual, mas plugada essas guitarras passam por um processamento sonoro digital e o som que sai no amplificador é outro.&lt;br/&gt;    Já a Gibson Dark Fire é uma guitarra única e sozinha no mercado, tudo nela é “automatizado” porém mecânico, ou seja, quando você muda a afinação dela, as tarrachas giram e colocam na afinação escolhida, deixando você tocar mesmo que acusticamente e ouvir a outra afinação, você sente o braço diferente, é a mesma coisa de pegar uma Gibson e mudar a afinação dela manualmente.&lt;br/&gt;    Outro ponto é o sistema de mudança de timbres. Nela você encontra timbres clássicos de Les Paul e também timbres de para “funk”, “twang”, “jazz”, “metal” e até acústico, dentre outros. Mas nada disso é simulado por software como nas “concorrentes”. A magica nisso é um sistema de relays que liga e desliga as bobinas dos captadores fazendo todas as combinações possíveis entre eles (como série e paralelo), mas mais uma vez, ao invés de chaves mecânicas, temos todo o sistema automatizado pelo MCK.&lt;br/&gt;    A guitarra tem uma tocabilidade excelente, tudo o que você espera de uma Gibson Les Paul, o braço é muito confortável, a escala é em ébano, o acabamento é perfeito, os trastes passam por um sistema chamado Plek’d onde por um programa de computador aliado a uma máquina ele são ajustados, polidos e aparados, fora isso ela possui um captador BurstBucker 3 na ponte e um P-90H no braço. &lt;br/&gt;    Alias, esse P-90H é mais uma inovação da Gibson em termos de captador e a Dark Fire é a primeira guitarra que vem equipada com ele. O captador possui os mesmos timbres de um P-90, porém sem ruído, pois possui uma bobina dupla, com isso pode-se misturar os sons das bobinas com o outro captador para criar muitos timbres diferentes. Pode parecer igual aos P-94 ou P-100 que a Gibson já lançou no passado, mas acreditem, o som é muito próximo de um P-90 tradicional, algo nunca alcançado anteriormente.&lt;br/&gt;    Em termos de acabamento a guitarra é primorosa e ganha uma nota 10 no meu livro. Ela vem com bindings pretos, as costas da guitarra e o braço possuem apenas uma seladora preta , mas deixa toda a madeira visível (muito parecido com as BFG), fora isso ela tem marcação em blocos de fibra de carbono e capa dos captadores com o mesmo acabamento (pintados nelas), ainda vem com um escudo translúcido fumê e o lindo topo em uma espécie de “Black Cherry” brilhante. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    O que mais alguém poderia querer ? Já sei ... saber das tarrachas e de todo o kit que acompanha a guitarra né ? Pois bem ...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    As tarrachas, ao contrário da Robot original, não precisam “destravar” pra finos ajustes ou simplesmente desenrolar as cordas, elas funcionam como tarrachas normais, apenas gire. Outro ponto é que elas são bem menores, mais discretas e mais leves. Mas a melhor parte é a velocidade da afinação. Ao contrário da Robot original que afina apenas 3 tarrachas por vez e de forma bem “lentinha” digamos assim, a Dark Fire é um monstro nesse quesito. Ela consegue afinar as 6 tarrachas de uma vez e em uma velocidade absurdamente rápida. Trocar uma afinação completa leva no máximo 5 a 7 segundos, apenas ajustar a afinação que saiu um pouco no meio da música é algo praticamente instantâneo.&lt;br/&gt;Outra novidade nessa guitarra é o sistema de bancos de afinação, na Robot tínhamos apenas um banco com seis possibilidade de afinações, já na Dark Fire o número sobe para 18 afinações diferentes, distribuídas em 3 bancos diferentes (verde, azul e vermelho). Amplitude maior de afinações proporciona muito mais versatilidade na guitarra.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    O sistema de piezo também é inédito nessa guitarra e a mistura de sinal “elétrico e violão” ocorre na chave de captadores, que além de mexer para cima e para baixo para escolha dos captadores, também gira para adicionar mais ou menos “som de violão”.&lt;br/&gt;    A guitarra ainda acompanha uma interface de som chamada RIP (Robot Interface Pack) que dentre outros recursos, permite mixar corda por corda em um software de gravação ou separar o sinal de violão do de guitarra para gravação ou performances ao vivo, podendo assim alimentar 2 sistemas distintos, um PA para o violão e um amplificador elétrico para a guitarra.&lt;br/&gt;    Os recursos são inúmeros, a guitarra ainda acompanha o software Guitar Rig 3 para ai sim “simular” vários equipamentos de estúdio, como amplificadores, pedais e microfones em um ambiente de gravação.&lt;br/&gt;    Então termino dizendo o mesmo que respondi quando questionado sobre ela em comparação a Variax e a Strato VG, a Dark Fire é uma Gibson Les Paul tradicional, com o mesmo som de uma Les Paul, apenas como todo o sistema de combinação de captadores, som de piezo, escolha de afinações e equalizador paramétrico, tudo feito de forma mecânica, sem interferir ou “simular” sons diferentes, tudo o que você tem nela é o que realmente você pode conseguir de uma guitarra, mas nela tudo é automático e conta como um plus no sistema, um meio de facilitar a obtenção de novos timbres e diferentes afinações, porém de forma completamente natural, sem a intervenção de nenhum pós processamento. Quem não iria querer algo assim ? Então se preparem ...&lt;br/&gt;    A primeira leva “uma espécie de preview” de apenas 200 unidades já foi esgotada no lançamento, porém a Gibson, a partir de Maio desse ano (2009) começou a produzir o restante desse lançamento de 2 mil guitarras, ou seja, mais 1800 guitarras disponíveis nas lojas em breve. Resta reservar a sua ...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;  Veja essas e mais fotos em alta qualidade clicando &lt;a href=&quot;../Albuns/Paginas/Gibson.html&quot;&gt;AQUI&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description>
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