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    <title>Aprenda mais sobre seus Instrumentos</title>
    <link>http://www.morphzguitars.com/Morphz_Guitars/Guias/Guias.html</link>
    <description>Nessa parte você poderá acompanhar dicas de manutenção para o seu instrumento, desde um simples polimento e regulagem até algo mais complexo como a cuidados com o ambiente, bem como guias para tirar o máximo de proveito de suas fotografias e muito mais. Fique ligado.</description>
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      <title>Guia de Polimento 2.0 - O Desafio GLARE®</title>
      <link>http://www.morphzguitars.com/Morphz_Guitars/Guias/Entradas/2010/11/15_Guia_de_Polimento_2.0_-_O_Desafio_GLARE.html</link>
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      <pubDate>Mon, 15 Nov 2010 20:18:37 -0200</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.morphzguitars.com/Morphz_Guitars/Guias/Entradas/2010/11/15_Guia_de_Polimento_2.0_-_O_Desafio_GLARE_files/IMG_4351.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.morphzguitars.com/Morphz_Guitars/Guias/Media/object001_2.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:183px; height:137px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;Na minha busca incessante pelo melhor e mais avançado polidor de instrumentos musicais, me deparei com essa marca denominada GLARE®, bastante desconhecida no mercado nacional, mas que vem causando frisson pelas feiras norte-americanas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Os produtos GLARE® prometem um polimento completo, com um brilho nunca antes visto, bem profundo, com aspecto molhado e visual tridimensional. Fora isso, a linha completa de produtos possui uma formulação exclusiva e patenteada de um ingrediente ativo chamado “GLASSPLEXIN”. Esse componente é o responsável pela vitrificação da superfície tratada com os produtos Glare, proporcionando assim uma proteção duradoura e um brilho muito mais intenso que qualquer outro produto no mercado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;   Indo um pouco mais a fundo, a fim de conhecer mais sobre os produtos da GLARE®, descobri que são produtos 100% Made in USA e que, ao contrário dos outros polidores no mercado, os produtos da GLARE® não contém nenhum tipo de cera ou polímero em sua formulação. Ao invés disso, são produtos que contém silicato em sua fórmula, um dos principais ingredientes do vidro e que possuem apenas 5% de destilados de petróleo, enquanto que as ceras normais possuem mais de 45%, dessa forma GLARE® se torna um dos produtos mais seguros para aplicação em pinturas de instrumentos musicais, principalmente aquelas que são pintadas em nitrocelulose (GLARE® é NITRO SAFE), que são pinturas muito mais finas e delicadas, como o caso de Gibsons e muitas Fenders da série Vintage e Custom Shop.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Outro benefício de GLARE® é que, ao contrário de ceras normais que criam apenas películas moles sobre a pintura, GLARE®, com o auxílio do GLASSPLEXIN, adere a nível molecular a pintura, criando o que os norte-americanos chamam de “Super Pintura”, que seria a pintura original MAIS a camada vitrificada de proteção e brilho de GLARE®, que passa a fazer parte da pintura. E como o vidro é completamente transparente, o resultado é um brilho muito mais profundo e tridimensional que qualquer cera do mercado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Depois de saber tudo isso, ler tantas matérias positivas sobre os produtos da marca e ver tantas fotos espantosas de antes e depois, resolvi entrar de cabeça, comprar um kit e partir para o teste, afinal de contas, prometer muitos prometem, mas será que GLARE® irá cumprir tudo isso em um polimento caseiro e despretensioso ?&lt;br/&gt;    Adquiri a linha completa de polidores da GLARE® que consiste em 4 produtos, indo de um polidor mais abrasivo e indicado para remoção de riscos mais fundos e pontos fortes de oxidação (GLARE Knockout), até o selante final e vitrificador que é o carro- chefe da marca (GLARE Professional Polish), passando pelo micro polidor (GLARE Micro-Finish) e também pelo fenomenal removedor de riscos circulares deixados por limpeza com panos (GLARE Spider), as chamadas “teias-de-aranha”.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Comecei então a pensar na guitarra que seria escolhida para o teste ... precisava ser uma guitarra já bem usada, com algumas marcas de “teia-de-aranha”, riscos leves e também alguns riscos mais profundos. A guitarra também precisava ser PRETA, já que essa cor mostra bem qualquer detalhe e é impiedosa com qualquer marca deixada pra trás. Pensei ... pensei ... e defini minha Ibanez JEM 10th Aniversário como a candidata, já que ela é uma guitarra com praticamente 15 anos nas costas, foi bastante usada ao longo de sua vida e apesar de estar em excelente estado, as marcas devido aos anos de limpeza apenas com panos secos para remoção de poeira se tornaram aparentes, principalmente sob luz intensa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;   Para o teste utilizei os 4 (quatro) produtos GLARE® mencionados acima e APENAS algodão em bolas, daqueles comuns, comprados em supermercados. Todo o polimento foi feito MANUALMENTE, com muita calma e dedicação. Fiz isso pois queria ver se o resultado seria realmente o prometido sem a necessidade de uso de máquinas pesadas de polimento, pois a maioria das pessoas não dispões desses equipamentos em suas residências.&lt;br/&gt;    Para dar início ao processo, removi os escudos de plástico da parte traseira da guitarra e fiz um divisão com o auxílio de fita crepe bem no meio do instrumento, dessa forma seria mais fácil demonstrar a diferença entre a parte tratada com GLARE® e a parte sem tratamento.&lt;br/&gt;    Inspecionei bem o instrumento e pude identificar alguns riscos mais fundos, mas sem atingir a madeira, sendo assim, dei inicio ao polimento com o produto mais forte da linha, o GLARE Knockout. Apesar desse ser considerado o polidor mais forte, ainda assim ele é bastante brando e para remover riscos mais fundos é necessário bastante dedicação e algumas repetições do processo, dessa forma, não é necessário de medo de danificar o instrumento com esse produto.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Apliquei o Knockout na metade do instrumento e repeti o processo por 4 vezes, sendo que a cada vez que ia repetir o processo eu trocava de algodão, para não utilizar um algodão contaminado ou duro. A maioria dos riscos e marcas de “teia-de-aranha” sumiram já nessa etapa, porém alguns riscos mais fundos, apesar de terem sido bastante reduzidos, ainda persistiram a um olhar mais atento. Percebi que o GLARE Knockout fez um tipo de “esfoliação” na pintura, deixando a mesma um pouco opaca e com alguns risquinhos devido a sua abrasividade e a necessidade de repetir o processo algumas vezes, principalmente em pontos onde existiam os riscos mais fundos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Seguindo então para o segundo produto da linha, utilizei o GLARE Micro-Finish para dar continuidade ao polimento  com esse produto que é um micro polidor de menor abrasividade. Apliquei o produto da mesma forma, sempre com um algodão novo em cada aplicação. Nesse caso eu repeti o processo por 2 (duas) vezes e pude reparar que todo o opaco tinha ido embora e no seu lugar, um brilho muito profundo. Além disso, o Micro-Finish removeu todos os pequenos riscos deixados pelo Knockout e ainda por cima terminou o trabalho do Knockout em riscos mais fundos. O resultado foi surpreendente e apenas esse combo já tinha deixado o instrumento como novo. A olho nu e sob condições normais a traseira da guitarra estava perfeita ... mas eu queria mais, eu queria ir além do comum e sendo assim levei o instrumento para uma luz forte e ao submeter o instrumento a luz e olhando mais cuidadosamente e em certos ângulos, ainda pude avistar algumas marcas de “teia-de-aranha” na pintura, ou seja ... não estava perfeito, embora já parecesse.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;  Passei então para a terceira etapa do polimento e peguei o frasco de GLARE Spider, um produto que promete remover 99% de hologramas deixados por polimentos com máquinas e desse famoso efeito “teia-de-aranha”, que são micro-riscos circulares, também chamados de “redemoinhos”. Mais uma vez, com o auxílio de uma bola de algodão, apliquei o produto pela metade demarcada da traseira da guitarra e não satisfeito, resolvi repetir o procedimento com outra bola nova de algodão. Após isso, levei novamente a guitarra para um luz intensa afim de fazer uma nova avaliação da pintura. Eis que dessa vez, mesmo com a luz intensa e meu empenho em olhar de todos os ângulos possíveis, não consegui mais detectar nenhum micro-risco circular na pintura, ou seja, o produto realmente funciona e é espantoso o resultado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Então acabei correto ? ERRADO ... falta a parte principal do polimento, quando eu vou selar a pintura, realçar o brilho e dar a proteção. Essa é a última fase e estando o instrumento no estado que o meu já estava, ou seja, livre de riscos, marcas e redemoinhos, essa etapa foi a mais fácil de todas. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Peguei o frasco de GLARE Professional Polish e, mais uma vez com um algodão novo, comecei a passar levemente por toda a área a ser tratada. Apliquei o produto até o mesmo sumir da pintura, pois dessa forma ele forma a ligação molecular e adere a superfície tratada. Após aplicar o produto até o mesmo sumir, dei uma nova mão, essa então é a chamada “camada de proteção”, onde apliquei o produto como uma cera normal, deixando uma camada translúcida sobre a pintura e esperando secar, para então remover o produto.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Feito isso, resolvi examinar novamente o instrumento sob luz intensa e olhar cuidadoso e o resultado foi surpreendente, como vocês podem ver pelas fotos. A parte tratada com GLARE® parece ter sido repintada de tão brilhante que está. Fora isso, o preto ficou muito mais preto, com uma maior profundidade da cor e a pintura ficou extremamente lisa. Ao remover a fita crepe a diferença ficou mais gritante ainda e, mesmo com uma luz intensa na metade do instrumento, a parte tratada com GLARE® ficou completamente livre de riscos, arranhões e marcas de “teia-de-aranha”, coisa que nitidamente da pra ver presente na metade NÃO TRATADA com o produto.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    O resultado não só foi o prometido, como excedeu minhas expectativas sobre o produto. NUNCA eu tinha visto nada como isso no mercado, um produto que não só remove completamente os riscos, como o faz de forma simples e fácil, podendo ser usado por qualquer pessoa. É apenas necessário um pacote de algodão, uma luz forte, capricho e claro ... OS POLIDORES GLARE®.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Finalizando ... MISSÃO CUMPRIDA e os produtos GLARE® foram aprovados com louvor no meu teste. Altamente recomendado a todos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para mais informações e compras:&lt;br/&gt;&lt;a href=&quot;mailto:vendas@glarebrasil.com.br?subject=Produtos%20Glare%20-%20Site%20MorphzGuitars.com/&quot;&gt;vendas@glarebrasil.com.br&lt;br/&gt;&lt;/a&gt;</description>
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      <title>Limpando sua Guitarra - Montagem e Regulagem</title>
      <link>http://www.morphzguitars.com/Morphz_Guitars/Guias/Entradas/2009/11/2_Limpando_sua_Guitarra_-_Regulagem.html</link>
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      <pubDate>Mon, 2 Nov 2009 12:44:13 -0200</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.morphzguitars.com/Morphz_Guitars/Guias/Entradas/2009/11/2_Limpando_sua_Guitarra_-_Regulagem_files/IMG_3946_1.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.morphzguitars.com/Morphz_Guitars/Guias/Media/object000_1.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:183px; height:137px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;Depois de concluídas as etapas anteriores, agora você já deve estar com sua guitarra limpa, polida, com os trastes e as ferragens brilhando como novo. Resta então a etapa final para conclusão desse guia, que é justamente a montagem completa e posterior regulagem do seu instrumento para deixá-lo além de bonito, completamente funcional e regulado para a sua preferência.&lt;br/&gt;    Mas antes de começar essa etapa, propriamente dita, vou dar mais umas dicas importantes para elevar ainda mais o aspecto de novo de sua guitarra.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em todas as partes plásticas da sua guitarra você pode utilizar algum revitalizador de plástico para dar um realce no brilho, principalmente nas partes pretas. No meu caso eu gosto do Vinyl &amp;amp; Rubber da Meguiar’s, ele deixa um efeito de plástico novo e ainda protege. Então aproveitando que as últimas partes plásticas ainda estão desmontadas, aplique esse produto (ou o produto de sua preferência) na capa do tensor, escudo, moldura dos captadores e também nas tampas traseiras, isso vai dar outra vida e um contraste ainda maior para o seu instrumento. Lembre-se apenas de deixar um pouco o produto na peça e depois retirar o excesso com um pano seco ou algodão.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Depois de aplicado o produto, o próximo passo é proteger os parafusos do seu instrumento para que não enferrujem facilmente. Para isso eu costumo aplicar um pouco de óleo WD na cabeça de cada parafuso. Esse tipo de óleo protege as peças contra a umidade e com isso, prolongam o visual de novo do seu instrumento. Para aplicar não existe segredo, mas devo dizer que é preferível aplicar o óleo nos parafusos antes de colocá-los novamente na guitarra, para evitar sujeira e que o óleo se espalhe e entre em contato com a madeira, que nesse ponto já está limpa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Dicas dadas e espero que todos aproveitem, vamos agora então a montagem do instrumento. Tudo o que foi retirado deve ser colocado da mesma forma, com muito cuidado para os parafusos serem colocados de forma reta, para evitar que “espane” a madeira pelo alargamento do seu buraco. Outro ponto importante é sempre usar as ferramentas corretas e do tamanho certo, para assim evitar que as ferragens sejam “machucadas” pelo uso de ferramentas improvisadas. As tarrachas podem ter marcas para identificar a posição delas, se esse for o caso, preste bastante atenção nas marcações e instale novamente na mesma seqüência, mas nunca usei de força exagerada para o aperto dos parafusos, pois além de espanar os buracos, pode também danificar a madeira, aperte simplesmente até o ponto em que vc sinta que mudou o nível de esforço e a chave ficou mais dura, nada de sobre-aperto.  &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;        Tome cuidado para não deixar alguma chave escapar e marcar o instrumento ou a própria ferragem bater nele. Nessas horas, calma e paciência serão seus melhores amigos. Se tiver dúvida quanto a posição de alguma peça, lado da ponte ou até dos pólos dos captadores, pare o procedimento e cheque na internet por fotos de instrumentos similares, isso deve tirar suas dúvidas. Essa dica pode parecer bobagem, mas algumas vezes não prestamos atenção no posicionamento antes de desmontar e isso acaba gerando dúvidas posteriores.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Se você, na hora de desmontar seu instrumento, marcou os parafusos da ponte com fita ou algo do tipo, para lembrar a regulagem, agora é a hora de instalar na mesma posição e retirar a fita. Esse tipo de marcação é muito bom para manutenção periódicas, como troca de cordas em guitas de ponte fixa estilo Gibson, pois ao retirar todas as cordas para hidratação da escala, a ponte tende a cair e você as vezes mexe no parafuso do afinador de oitavas, mas se antes todas as peças tiverem sido marcadas com fita, você pode tranqüilamente desmontar essa parte do instrumento que dificilmente você perderá a regulagem anterior.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;     Agora com todo o instrumento montado, chegou a hora da instalação das cordas e regulagem. Em guitarras de ponte fixa, quanto maior a pressão das cordas sobre o afinador de oitavas (ABR-1 ou Nashville), maior a vibração do conjunto cordas/corpo e com isso, melhor o timbre. Da mesma forma, quanto mais próximo o StopTail da guitarra estiver do corpo, melhor a transmissão das vibrações do corpo e quando encostamos a ponte no corpo isso inclusive aumenta a resposta de graves no instrumento. Porém, para passarmos as cordas de forma normal e deixar um bom ângulo, algumas vezes as cordas encostam no afinador de oitavas e isso acaba minimizando a vibração do conjunto e conseqüente perda de timbre. &lt;br/&gt;       A solução nesse caso pode ser dada de duas maneiras, sendo a primeira resolvida pelo simples aumento da altura do StopTail em relação ao corpo até o ponto em que as cordas não encostem mais no afinador de oitavas. A segunda opção, e devo aqui dizer que é a solução que eu mais uso, é o chamado “TOP WRAP”, onde colocamos as cordas pela frente do StopTail e damos a volta por cima dele indo em direção ao headstock. Nesse processo, você pode manter sua ponte rente ao corpo e ainda assim a altura das cordas é elevada, pois a corda acaba começando seu angulo na altura do topo da ponte e não na altura dos buracos que ela tem para passar as cordas. Além desse sistema ser benéfico ao timbre e que facilita a regulagem de altura entre StopTail e afinador de oitavas, esse sistema permite uma maior distribuição de tensão das cordas entre a ponte, deixando assim as cordas mais “macias” e permitindo a utilização de cordas mais grossas, caso tenham preferência por isso. Outro ponto importante é que cordas mais grossas instaladas de forma normal tendem, com o tempo, a entortar o afinador de oitavas devido ao excesso de tensão, porém utilizando o “Top Wrap” para instalar as cordas, essa tensão é reduzida, minimizando esse tipo de problema.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Regulagem seguindo o processo de “Top Wrap”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;     Depois das cordas passadas e deixando elas levemente frouxas, regule seu afinador de oitavas (ABR-1 ou Nashville) na altura desejada, lembrando de deixar um bom angulo entre a saída da ponte e a entrada neles, para manter uma tensão. O ajuste de altura nessa etapa vai ser feita de acordo com seu gosto, podendo deixar as cordas mais baixas, em altura média ou mais altas, lembrando que quanto mais baixo, menor a tensão em relação a ponte. E se achar que a tensão caiu demais pois as cordas estão muito baixas, você pode voltar atras e instalar as cordas da forma tradicional, que naturalmente deixa as cordas em um angulo maior.&lt;br/&gt;        Com as cordas instaladas e na altura desejada, afine o instrumento e verifique a folga do braço. Isso é feito pressionando a primeira  (1a.) e décima quinta casa (15a.) e aplicando pressão sobre a sétima casa (7a.) para verificar a folga. O braço trabalha melhor com um pouquinho de folga, então tente não mantê-lo completamente reto, uma pequena folga, de digamos 1 - 2mm é um bom começo. Verifique bem e tenha certeza de como está o braço. Se ele está encostando naturalmente nos trastes, sem nenhuma pressão ou se a folga está muito grande entre o braço e as cordas. Anote bem os “sintomas” do instrumento.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tensor com chave de tensor no local&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;     Vamos então regular o tensor do braço para ajustar essa folga na melhor proporção possível. Afrouxe bem as cordas antes de prosseguir. As cordas estando soltas, instale a chave de tensor (fornecida sempre com a guitarra) na cabeça do tensor. Se sua guitarra não veio com essa chave, procure para vender uma que sirva para o seu modelo, lembrando que ela deve encaixar perfeitamente na cabeça do tensor, pois você não quer “espanar” a cabeça do parafuso e inutilizar o tensor. Lembre-se, qualquer dano efetuado ao tensor é um dano permanente, por isso, se não se sentir confortável nesse procedimento, leve para um luthier de sua confiança.&lt;br/&gt;     Se ao verificar o braço, ele estiver com uma folga muito grande, onde, com o instrumento deitado, o meio do braço forma um arco para baixo (côncavo - também chamado de bow ou hollow), provavelmente é devido a muita tensão das cordas puxando a ponta do headstock para frente (troca de cordas mais grossas, por exemplo) ou o tensor do instrumento frouxo. Para resolver isso você deve apertar um pouco o tensor, girando assim a chave no sentido horário, em pequenos movimentos circulares e dando 1/4 de volta por vez.&lt;br/&gt;    Agora se o seu problema for o contrário e as cordas já encostam direto nos trastes, como se o braço formasse um arco para cima (convexo - também chamado de humped ou convex) e a ponta do headstock se pronuncia para trás, isso é devido ao tensor estar muito apertado ou as cordas com tensão muito baixa (na troca por cordas mais finas, por exemplo), nesse caso o ajuste é feito apertando o tensor, girando-o para o sentido anti-horário. Lembrando-se novamente de utilizar pequenos movimentos circulares e dando 1/4 de volta por vez.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Aqui um gráfico para ilustrar melhor a situação.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sempre ajuste o tensor dando no máximo 1/4 de volta por vez e espere um dia para o tensor se estabilizar e ver realmente a alteração (o tensor não age imediatamente). Depois de um dia você deve novamente analisar a folga das cordas do instrumento e repetir o processo se necessário. Nunca force demais o tensor ou gire muito de uma só vez, pois como já dito, qualquer dano ao tensor ou a quebra deste devido ao excesso de aperto, são problemas permanentes e que provavelmente vão inutilizar seu instrumento.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O tensor de um instrumento é feito para contra-balancear a tensão (força) que as cordas exercem no braço.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Nesse ponto você já deve estar com as cordas instaladas, a altura delas já para o seu gosto e o tensor ajustado para que o braço não trasteje e toque de forma suave. Resta-nos então a regulagem das oitavas, assim sendo, separe seu afinador preferido, ligue-o na guitarra e mãos a obra.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Parafusos para regulagem de oitavas&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    A regulagem de oitavas é feita por meio dos parafusos localizados atras da ponte (ABR-1 ou Nashville no caso das Gibson) ou dos parafusos das pontes de strato. Geralmente a regulagem é individual, mas algumas pontes, como as de Tele ou as de LP Special, a regulagem é um pouco diferente e veremos isso em outro capítulo. Vamos nos ater agora ao formato mais simples, de pontes com um parafuso por corda. Você deve afinar sua corda de forma precisa, quando a afinação estiver perfeita, você então pressiona o décimo segunda casa (12a.) e tocar essa nota. Essa nota é a mesma da que você tocou com a corda solta, apenas uma oitava mais alta, assim sendo essa nota deve estar completamente afinada na mesma nota da corda solta. &lt;br/&gt;    Agora que vem a regulagem propriamente dita. Se a sua nota tocada na 12a. casa estiver abaixo da afinação você precisa apertar o parafuso com o intuito de mover o carrinho (saddle) da ponte em direção ao fundo da guitarra. Depois de feito isso, você novamente deve tocar a corda solta, que provavelmente vai mudar a afinação, afinar novamente de forma precisa e ai tocar novamente a 12a. casa, ajustar  o parafuso novamente caso necessário e ir repetindo esse procedimento até a corda solta e a nota tocada na 12a. casa estarem precisamente afinadas. Da mesma forma, caso a afinação da 12a. casa esteja acima da nota tocada solta, você, nesse caso, deve soltar o parafuso movendo o carrinho (saddle) em direção ao headstock da guitarra, e como no caso anterior, tocar novamente a corda solta, afinar caso necessário, tocar a 12a. casa, ajustar o parafuso para bater a afinação e repetir até que a corda solta e a 12a. casa estejam completamente afinadas. Repita esse processo para todas as cordas e terminado isso você terá sua guitarra completamente regulada, em termos de braço, altura de cordas e afinação de oitavas.&lt;br/&gt;    Com isso terminamos mais essa parte desse guia especial. Fiquem ligados que ainda estarei colocando mais uma parte, denominada Dicas Especiais, onde trarei dicas para limpar o case do seu instrumento, tanto a parte externa como a interna, bem como colocarei um álbum de fotos de cada etapa e processo realizado, onde você terá oportunidade de aumentar as fotos ao invés de vê-las apenas como estão aqui nos guias. Mas para efeitos de manutenção e regulagem da guitarra, esse é o processo e seguindo-o passo a passo, você deverá estar com seu instrumento limpo, brilhando como novo e muito bem regulado, de acordo com suas preferências. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Até a próxima e fiquem ligados e mais novidades.&lt;br/&gt;</description>
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      <title>Limpando sua Guitarra - Polimento das Ferragens</title>
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      <pubDate>Thu, 8 Oct 2009 18:12:35 -0300</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.morphzguitars.com/Morphz_Guitars/Guias/Entradas/2009/10/8_Limpando_sua_Guitarra_-_Polimento_das_Ferragens_files/IMG_3930_1.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.morphzguitars.com/Morphz_Guitars/Guias/Media/object001_3.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:183px; height:137px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;Dando continuidade a esse nosso especial sobre Limpeza e Regulagem, nessa parte eu vou focar mais em uma parte complicada da manutenção do seu instrumento: “Ferragens”.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Infelizmente o primeiro item a sofrer em uma guitarra são suas peças de metal, que apresentam oxidação, seja por umidade, seja pela contato com o suor da mãos ou até pela poeira que se deposita nela, de qualquer forma, as chances são grandes de você encontrar seu amado instrumento com pontos de oxidação nas ferragens ou até desanimar da compra de uma guitarra usada por ver suas peças metálicas em estado avançado de degradação. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Mas o que muitos não sabem é que isso é facilmente revertido, precisando apenas de um pouco de algodão, uma boa massa de polir metais e força de vontade. Não que o processo seja extremamente cansativo, mas leva um pouco de tempo e atenção para dar um acabamento “brilhante” em todas as partes de cada peça.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Nessa parte do guia eu vou mostrar como recuperar peças douradas, sendo essas, na minha opinião, as que dão mais trabalho e exigem produtos diversos dos citados acima, já que o dourado, diferentemente do niquel e cromo, sai facilmente com um polimento, deixando a ferragem “prateada” e dessa forma, é necessário um novo “banho” do metal dourado (ouro 24k no meu caso). Para esse processo eu utilizo um sistema de folheamento por contato, baseado no processo de eletrodeposição de partículas. Nome complicado para um procedimento relativamente simples.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Mas toda a primeira parte dessa recuperação é exatamente a mesma feita em ferragens com acabamento niquelado e cromado, sendo assim, tudo o que for explicado aqui também é aproveitado para esse tipo de ferragens, o único processo adicional que o dourado pede em relação ao cromo ou níquel, é justamente o novo folheamento.&lt;br/&gt;    Começamos pegando todas as ferragens que foram desmontadas na primeira etapa. Eu não vou polir todas as peças até tirar o acabamento dourado pois existem algumas partes que estão em bom estado, mas o que estiver um pouco oxidado receberá um bom polimento com a mesma massa usada para polir os trastes, vista no capítulo anterior. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Peças oxidadas&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Aproveito que a guitarra está sendo desmontada e levando em consideração que as tarrachas sofrem bastante com oxidação, aproveito e as desmonto da guitarra também. Isso é fácil, já que é apenas um parafuso na parte traseira que prende a tarracha e uma porca que trava a parte fronta da mesma. Tendo cuidado com a escolha correta das chaves para cada aplicação, eu retiro o parafuso e a porca e saco fora as tarrachas. Para facilitar a limpeza, aproveito e tiro o “botão” de cada uma, tomando cuidado para não perder a arroela que fica entre o “botão” e o corpo da tarracha.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Nesse ponto, organização é fundamental, e dessa forma, é interessante ter alguns potes para separar as peças e deixar em uma distância que não exista perigo de alguém bater, derrubar e ocasionalmente perder alguma das partes menores das suas tarrachas ou da guitarra em si. Até agora aprendemos dois itens importantes: chaves da medida exata para retirar as peças sem machucá-las ou danificá-las e potes para guardar as peças que não serão usadas imediatamente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Seguindo adiante, passo mais uma dica muito importante: quando não estiverem mexendo na guitarra, ou seja, quando forem se dedicar ao polimento das ferragens, é muito importante guardar a guitarra em um local seguro, de preferência em seu case, se esta possuir. Digo isso pois é comum apenas puxarmos a guitarra para um canto e isso pode ocasionar vários problemas, desde um descuido e bater em alguma parte da guitarra, até ficar alguma chave ou pedaço de corda ou qualquer coisa embaixo do instrumento e ao puxá-lo você acaba por riscar seu acabamento. Então deixe ao seu alcance apenas o que estiver usando no momento, todo o resto deve ser guardado e antes de colocar novamente a guitarra na bancada, sempre verifique se essa esta limpa e livre de resíduos para não estragar seu acabamento.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Deixando o papo-furado de lado e com tudo organizado e pronto, começamos então o polimento em si. Não é necessário nenhuma ferramenta elétrica para isso, embora em algumas pequenas partes o uso de uma micro-retífica possa ser de grande ajuda. Eu geralmente coloco um pouco de massa em um algodão e começo a polir as ferragens, pedaço por pedaço, uma a uma, até que o seu brilho seja liso e livre de imperfeições. Para polir é apenas esfregar bem as peças com o algodão. Já para partes com dificuldades maiores, pode-se usar um pedaço de palha-de-aço (bombril) com a mesma massa de polir. Não precisa ter medo que a palha-de-aço não irá dar acabamento escovado e muito menos produzir riscos na ferragem, mas você devem lembrar que depois de polido com a palha-de-aço, você deve dar mais um polimento com algodão (ou pano macio) para dar um brilho mais profundo e depois retirar o excesso com um pano ou algodão seco. Agora outra dica importante : se usarem palha-de-aço para qualquer polimento, não esqueçam de no final retirar todos os resíduos da palha-de-aço da sua ferragem, pois estes enferrujam com o tempo, e você pode fazer isso usando um jato de ar comprimido ou, como eu sempre faço, dando um belo banho nas peças, mas lembre-se, caso você molhe a sua ferragem, deixe ela um bom tempo depois secado para não guardar seu instrumento com umidade nessas partes.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Peças Polidas (o processo terminaria aqui para ferragens cromadas ou niqueladas)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Quando você achar que todas as ferragens estão bem brilhantes você esta pronto para o segundo passo. Lembrando que caso suas ferragens sejam “prateadas”, ou seja, niqueladas ou cromadas, chegando nesse ponto você terminou o procedimento e já esta apto a começar a montar as ferragens no instrumento novamente, agora se as ferragens forem douradas, como no caso desse exemplo, então ainda existe mais uma etapa para devolver a cor dourada as peças.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Bom, esse processo de folheamente é um pouco trabalhoso e que exige cuidados especiais. Não vou detalhá-lo ao máximo, pois para adquirir um kit de folheamente como o meu, é necessário um pequeno curso onde será lhe explicado todo o processo, fora isso o kit vem com um guia especial que ilustra muito bem o passo a passo. O meu kit, caso alguém se interesse, foi adquirido na empresa Cardinale &lt;a href=&quot;http://www.alquimiamoderna.com.br/&quot;&gt;www.alquimiamoderna.com.br&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Peças prontas para o folheamento&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Só devo lembrar que quanto maior o brilho do polimento, melhor o acabamento final. Então partindo pro folheamento, eu começo com uma “eletro-limpeza” de cada peça, seguindo por uma lavagem e então entrando na segunda etapa que é a “ativação” das peças e mais uma vez, lavagem. Os produtos de eletro-limpeza e ativação são ácidos, que não podem ter resíduos na peça, pois se entrarem em contato entre si, essa ficará manchada, necessitando re-iniciar o processo do começo. Com essa etapa cada peça se torna aptá a receber o seu folheamento. Então venho com o a camada de ouro 24k, que será muito mais resistente que o acabamento anterior, lavo-as novamente, peça por peça, e por fim faço um polimento com um produto especial para polir ouro (vem no kit).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Peças já com o acabamento em ouro 24k&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Agora estou com todas as peças polidas e com uma camada de ouro aplicada, ou seja, peças recuperadas. Próximo passo é, como usei bastante água em todo o processo, deixá-las descansar um pouco para se livrarem da umidade. Guardo então as peças em algum lugar seco e exposto, de preferência com um papel toalha ou pano por baixo para absorver melhor a umidade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Enquanto as peças secam, aproveito para dar um belo polimento em toda a guitarra. Limpo bem o ambiente onde farei esse polimento e pego a guitarra (que deveria estar guardada no case). Caso ainda não tenham retirado as tampas das cavidades do instrumento, essa é a hora para isso, lembrando de guardar bem os parafusos. Eu aproveito e retiro também os captadores e coloco um pano para apoiá-los no corpo da guitarra e não riscá-la. Começo então um polimento completo no tampo (o produto já foi mostrado no capítulo anterior, mas só para lembrá-los, é a cera Meguiar NXT Tech Wax 2.0), quando esse estiver 100% brilhando está na hora de montar novamente os captadores. Parta então para as laterais, seguido pelo fundo e braço. Por fim, faça um belo polimento no headstock, frente e verso.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Guitarra com a cera aplicada&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Quando terminar toda a parte de polimento, você pode aproveitar que esta tudo desmontado e dar um brilho extra nas partes plásticas. Eu utilizo mais uma vez um produto especial da Meguiar para cuidados com vinis e plásticos. Passo com um algodão, peça por peça e depois retiro o excesso.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Nesse ponto sua guitarra deve estar brilhando como nova. Dê mais um tempo para as ferragens secar por completo (eu deixo de um a dois dias) e então comece a montar novamente o instrumento ...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Guitarra polida e com as ferragens no lugar (agora só falta colocar as cordas e regular)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Tratarei da montagem e regulagem da sua guitarra na próxima parte desse guia, então fiquem ligados e não percam o “fechamento” de todo esse processo de restauração de um instrumento.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Aguardem a PARTE 3 ...</description>
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      <title>Limpando sua Guitarra - Desmontagem e Limpeza do braço</title>
      <link>http://www.morphzguitars.com/Morphz_Guitars/Guias/Entradas/2009/9/20_Limpando_sua_Guitarra_-_Parte_1.html</link>
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      <pubDate>Sun, 20 Sep 2009 19:57:38 -0300</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.morphzguitars.com/Morphz_Guitars/Guias/Entradas/2009/9/20_Limpando_sua_Guitarra_-_Parte_1_files/IMG_3747_1.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.morphzguitars.com/Morphz_Guitars/Guias/Media/object002_1.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:183px; height:137px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;Nesse novo “Guia”, irei demonstrar passo a passo um sistema de limpeza mais detalhada do instrumento. Lembrando que esse sistema é algo que eu mesmo desenvolvi e funciona muito bem para as minhas necessidades, mas como cada um tem suas limitações e certos “medos” quando se trata de desmontar a guitarra, fica o aviso para realizarem esses procedimentos caso se sintam confortáveis com isso, caso contrário, é sempre recomendado a procura de um bom luthier para esses processos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;       Vou dividir esse “Guia” em 3 partes, que serão :&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;	✴	    Parte 1 - Desmontagem e limpeza do braço&lt;br/&gt;	✴	    Parte 2 - Polimento do corpo e restauração das ferragens&lt;br/&gt;	✴	    Parte 3 - Montagem e regulagem do instrumento&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;        Basicamente utilizo produtos Meguiar’s na versão automotiva, sejam eles ceras, pastas de polimento ou limpador de plásticos. Acho que esses produtos funcionam melhor, são mais fáceis de achar e geralmente mais baratos. Lembrando que a Meguiar’s possui também uma linha exclusiva para instrumentos musicais, porém julgo esses produtos mais destinados a uma limpeza diária e menos abrasiva, visto que são mais fracos que a linha automotiva.&lt;br/&gt;    Aqui a linha completa que possuo, claro que não uso todos sempre, mas gosto de ter tudo a mão, assim posso escolher melhor qual produto usar para cada necessidade.&lt;br/&gt;    Para começar, a dica que dou é identificar bem no instrumento o que precisa ser feito e separar todos os produtos necessários para o processo, afinal de contas, você não quer chegar na metade do serviço e descobrir que não tem um produto ou que vai precisar de algo que não tinha contado e com isso ter de parar no meio e deixar sua guitarra desmontada enquanto providencia algo que faltou.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    A minha precisa de um bom polimento de trastes, hidratação de escala, polimento geral do corpo (porque não ? afinal já esta desmontada mesmo) e a recuperação de toda a ferragem. Após isso uma bela regulagem deve deixar o instrumento como novo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Acho que tudo começa pela desmontagem da guitarra, que deve ser feita com muito cuidado, separando as peças em alguma caixa para não perder nada. Deixei propositalmente essa guitarra em um nível alto de oxidação, para demonstrar melhor como podem ficar os trastes, bem como a deterioração das ferragens, principalmente as douradas, que quase sempre não tem conserto.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Vocês podem reparar que os trastes estão bem oxidados, praticamente pretos e impossibilitando qualquer uso do instrumento, lembrando que nunca é recomendável utilizar a guitarra caso seus trastes estejam começando a apresentar sinais de oxidação, assim como suas cordas não podem ter pontos de ferrugem, isso porque o uso sob essas condições pode amassar os trastes mais facilmente, necessitando assim de uma retífica de trastes prematura.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Pois bem, depois de tudo desmontado e guardado, o próximo passo é isolar bem a escala com fita crepe para deixar apenas expostos os trastes e proteger bem a madeira da escala. Eu utilizo 3 rolos diferentes, cada um com uma dimensão, assim conforme eu vou subindo a escala e a casas começam a ficar mais estreitas, vou usando uma fita mais fina e isso diminui bastante o trabalho de ter de cortar fitas na medida da casa.&lt;br/&gt;Captadores Isolados&lt;br/&gt;Começando a isolar a escala&lt;br/&gt;Escala isolada até o final&lt;br/&gt;Visual final&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Com tudo bem isolado, chegou a hora do primeiro polimento, para isso utilizo um produto de polimento de metais da Meguiar’s chamado “All Metal Polish” da linha NXT. Esse produto, além de polir rapidamente e sem deixar riscos no metal, ele também proporciona uma camada de proteção, o que dificulta uma futura oxidação. Para o primeiro polimento, passo o produto sobre os trastes e com o auxílio de um pedaço de palha-de-aço vou “polindo” os trastes até esses ficarem brilhantes. Logo após isso eu retiro o excesso do produto com um pedaço de algodão ou um pano seco e macio. Os trastes já devem estar brilhando, mas ainda podem possuir pequenos riscos, então, para um polimento mais fundo e um acabamento mais brilhante, repito o processo, mas ao invés de utilizar a palha-de-aço, dou o polimento com um pedaço de pano de microfibra e em seguida retiro o excesso do produto novamente com um pano macio.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Trastes oxidados&lt;br/&gt;Primeiros trastes polidos e massa nos seguintes&lt;br/&gt;Após o polimento&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;   Pronto, seus trastes devem estar brilhando como novos, ou até mais brilhantes, então agora é hora de passar para o próximo passo, a hidratação da escala.  Para isso, primeiro remova toda a fita crepe aplicada na escala para proteção. Para escalas de rosewood e ébano eu utilizo o “Óleo de Limão” da Planet Waves, gosto mais desse do que o da Dunlop, porém uso os dois com o mesmo resultado. Com o auxílio de um algodão embebido do óleo, passe gentilmente na escala, em movimentos circulares, casa por casa. Capriche nos cantos com o auxílio da unha para retirar alguma resto de massa de polir. Aplique em toda a escala e deixe hidratar por algum tempo. Lembrando que isso apenas é recomendado para das chamadas “escalas escuras”, pois alguns componentes do óleo de limão podem manchar escalas claras, geralmente de maple. Se a escala dor de maple envernizada, do tipo das Fenders, você pode polir a escala com a mesma cera que vai polir o corpo, já que geralmente o acabamento é o mesmo. Cuidado com escalas envernizadas com camadas finas e delicadas, pois um produto mais abrasivo pode riscá-las (vou preparar uma seção especial sobre cuidados com escalas claras, fiquem ligados).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Enquanto isso, aproveite que a escala está sendo hidratada e comece a polir o tampo da guitarra. Gosto muito da cera “Tech Wax 2.0 NXT”, como podem ver nas fotos. Eu uso um algodão e vou polindo até criar uma camada espessa e seca sobre a guitarra, depois retiro o produto com outro algodão limpo e dou o brilho com uma flanela de micro-fibra.Depois de um belo polimento no tampo e no headstock do seu instrumento, sua escala provavelmente já deve ter absorvido o suficiente do óleo de limão, sendo assim, utilize um algodão seco e retire o excesso do produto que sobrou. Caso sua escala tenha absorvido todo o óleo rapidamente, significa que ela estava muito seca e sendo assim, repita o processo até ver que o produto não é rapidamente “sugado” pela madeira e só então retire o excesso que sobrou.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Depois de tudo isso, seu braço deve estar com os trastes brilhantes e a escala bem hidratada. Agora é hora de passar para um polimento mais a fundo do instrumento como um todo (lembrando que já demos um pré polimento no tampo) e também cuidar das ferragens, que possivelmente devem estar esbranquiçadas ou com pontos de oxidação, mas isso fica para o próximo capítulo. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fim da primeira etapa: Trastes brilhando, escala hidratada e tampo polido&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Aguardem a PARTE 2 ...</description>
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      <title>Guitarras - Cuidando do Ambiente</title>
      <link>http://www.morphzguitars.com/Morphz_Guitars/Guias/Entradas/2009/8/12_Guitarras_-_Cuidando_do_Ambiente.html</link>
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      <pubDate>Wed, 12 Aug 2009 00:45:33 -0300</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.morphzguitars.com/Morphz_Guitars/Guias/Entradas/2009/8/12_Guitarras_-_Cuidando_do_Ambiente_files/IMG_2313.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.morphzguitars.com/Morphz_Guitars/Guias/Media/object029_1.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:183px; height:137px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;Vou aqui postar um pouco do que ando estudando, lendo e pesquisando sobre como cuidar e principalmente, como manter em boas condições seu valioso instrumento.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Este guia será postado em partes já que pretendo abordar não somente como cuidar do ambiente onde estão guardadas suas “preciosas” como também de como fazer para polir, limpar, regular e todo o resto possível para deixar elas “nos trinques”.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Nessa primeira etapa vou falar mais sobre como manter o instrumento guardado em boas condições. Serve mais pra quem tem alguns instrumentos, mora em regiões mais úmidas (ou secas) e os guarda por longos períodos sem uma manutenção periódica.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pois bem, se vc encaixa-se nesse perfil, com certeza já passou pela situação de pegar sua amada guitarra (ou baixo) que tinha deixado guardada enquanto usava outra e viu suas cordas novinhas enferrujadas, ou a ferragem com pontos de oxidação e os trastes já opacos. Pois bem, todos sabem que usar cordas ou trastes com pontos de oxidação acabam com os trastes, pedindo rapidamente uma retífica ou pior, uma troca prematura, da mesma forma, perder o tão querido dourado das ferragens tb não é uma opção, mas é o que ocorre quando ele começa a oxidar, já que um bom polimento no dourado é capaz de tirar toda a cor !!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sem contar em ponto de mofo ou bolor que podem aparecer, tanto fora dos cases como no ambiente e além de prejudicial a saúde, pode fazer até seu case soltar o acabamento, já que a umidade compromete a cola.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pois bem, para cuidar dessa situação eu ando investindo em alguns produtos simples, mas que nem sempre são de conhecimento.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Primeiro e mais importante é a velha e boa SILICA GEL, esse produto evoluiu e agora existem silicas coloridas que quando úmidas mudam de cor, da mesma forma são reutilizáveis, bastante esquentá-las novamente (em forno ou fogão) que volta a cor anterior e vc pode utilizá-las novamente. Lembrando que o tempo recomendado de troca de silica (quando não tem monitoramento de umidade) é de cerca de 60 dias. Já essas que é possível ver a cor, vc troca quando elas mudam de cor.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eis o site que tenho comprado&lt;br/&gt;&lt;a href=&quot;http://www.cacaumidade.com.br/&quot;&gt;http://www.cacaumidade.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para os cases geralmente tenho colocado 2 saquinhos de 100gr dentro do case e 1 saquinho de 50gr dentro do compartimento para guardar cabos, correia, etc. Ainda preciso monitorar para ver ao certo quanto de umidade fica lá dentro com essa quantia. O que posso dizer é que coloquei uns 5 ou 6 saquinhos de 10gr cada dentro do case e em 2 dias eles estavam completamente úmidos, depois que coloquei uma quantidade maior, parece que estabilizou e esta aguentando mais.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Outro produto MUITO útil e que não custa muito é um Termo-Higrômetro pro ambiente. Esses aparelhos, apesar do nome complicado, são apenas medidores de umidade e temperatura ambiente e vão desde aparelhos residenciais super simples até os mais sofisticados produtos comerciais onde precisão é mais que necessária.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eu comprei esse modelo nessa mesma loja&lt;br/&gt;&lt;a href=&quot;http://www.azula.com.br/sistema/ListaProdutos.asp?IDLoja=1364&amp;Y=8715375162505&amp;Det=True&amp;IDProduto=667987&amp;q=Termo%2DHigr%F4metro+digital&quot;&gt;http://www.azula.com.br/sistema/ListaProdutos.asp?IDLoja=1364&amp;amp;Y=8715375162505&amp;amp;Det=True&amp;amp;IDProduto=667987&amp;amp;q=Termo%2DHigr%F4metro+digital&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Essa marca Oregon é bem razoável, o produto não é tão caro e vc ainda tem a opção de poder monitorar 2 ambientes, já que ele vem com uma unidade central + um sensor externo. Assim sendo vc pode deixar a unidade central fora do quarto das guitarras, para ver a umidade da região que esta e o sensor (que também conta com mostrador digital) dentro do quarto e nem precisa entrar no quarto pra ver a umidade, o sistema é sem fio e da central vc monita o sensor. Alias, é possível adicionar mais 2 sensores extras, perfazendo um total de 3 sensores + uma unidade central, monitorando assim até 4 ambientes de forma prática e simples.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Acho esse tipo de produto essencial principalmente para quem mora em locais de grande umidade. Para manter instrumentos musicais, a umidade necessária é de cerca de 50% pra menos. Violões tem uma recomendação geral de 50% de umidade e se a umidade é superior a isso, os traster começam a crescer e vc tem uma oxidação de todas as partes metálicas (hardware + trastes + cordas). Já que a umidade é inferior a isso vc pode ter problemas desde um simples craquelamento do tampo até uma trinca ... coisa super séria mesmo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Já guitarras podem ser mantidas abaixo de 50%, o recomendado seria algo entre 30% e 50%, sendo que sofre exatamente os mesmos problemas dos violões (com exceção da trinca do tampo para sólidos, já que não existe) e ainda pode empenar o braço mais facilmente em ambientes muito úmidos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Detalhe ... esses dias a umidade em SP está em torno de 70% pra mais, ou seja ... MORTAL para guitarrras e violões.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Alias, um ponto importante que devo salientar ... AR CONDICIONADO é um VENENO para instrumentos musicias e se vc mantém seu instrumento em ambiente com umidade controlada, SEMPRE que for sair pra ensaio em estúdio ou em show, tente fazer uma adaptação de ambiente antes, deixando o instrumento ir se adaptando gradativamente a ambientes mais úmidos (vai tocando com ele na sua casa uns dias antes). Digo isso pois a mudança brusca de umidade causa trastejamento, craquelamento de pintura e pode comprometer a estabilidade do instrumento.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E claro, vcs devem estar me perguntando ... a SILICA resolve o problema de umidade no INTERIOR do case, mas e quanto ao ambiente em si, ao exterior que estarei monitorando com o Termo-Higrômetro, como vou controlar a umidade nele ??&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Bom, esse é o ponto mais delicado e de maior investimento. Eu tenho usado um aparelho da GREE que retira até 20 LITROS de ÁGUA POR DIA do ambiente. É um absurdo e espantoso colocar o aparelho no comodo e umas 6 horas depois ir retirar 5 LITROS de água que estavam dispersos no ambiente e ver que caiu apenas 10% de umidade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O aparelho em questão é esse&lt;br/&gt;&lt;a href=&quot;http://www.gree.com.br/pt/produtos_especificacoes.asp?linha_produto=15&quot;&gt;http://www.gree.com.br/pt/produtos_especificacoes.asp?linha_produto=15&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eu deixo o aparelho ligado direto e dificilmente consigo deixar menos de 45% de umidade no ambiente !! Ainda assim úmido e quando tiro ele e coloco em outro comodo, rapidamente o comodo anterior que estava com 45% de umidade já vai pra 60% - 65%, ou seja, tem sempre que estar usando pra não acumular muita umidade e se depositar na superficie dos cases, principalmente os de tweed (tecido) que tendem a embolorar com muito mais facilidade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Outra opção mais em conta são aquelas caixinhas chamadas &amp;quot;Papa Mofo&amp;quot; ou &amp;quot;Seca Mofo&amp;quot;, elas tem uma absorção mais lenta da água do ambiente e eu não diria que resolvem o problema, mas com certeza amenizam. Eu mesmo tenho usado essas caixinhas como complemento ao Desumidificador de Ambientes e o resultado tem sido muito satisfatório, então fica a dica ... a grana ta curta, coloque alguns desses &amp;quot;Seca Mofo&amp;quot;, principalmente próximo de cantos e do chão e já tem um sistema um pouco melhor para controlar a umidade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pois bem galera, fico por aqui e espero que isso sirva pra alguém ... tirando o desumidificador, acho que os outros produtos são acessíveis e vão ajudar demais quem tem problemas para &amp;quot;estocagem&amp;quot; de equipamentos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Como sempre, adoraria ouvir mais opiniões e todas as dúvidas sobre o tema serão respondidas (desde que eu saiba a resposta).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description>
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